
A efémera leveza de uma flor
Uma instalação performativa onde flores naturais nos revelam histórias desde o momento do seu esplendor até ao seu fim, numa abordagem ao percurso entre o tempo e relação com o espaço. A leitura de uma história, visual, que se descodifica na semelhança da vida humana com a de uma flor. A protagonista é a Camélia, que como qualquer flor, cresce, revela o seu maior vigor, intensifica as cores num desenho surpreendentemente perfeito. Uma viagem ascendente de poética beleza até à dança final, que devolve a flor à terra e a conduz ao seu ultimo lugar. Um jardim suspenso de 400 Camélias de diferentes espécies, recolhidas no território de Vila do Conde, que surgem do céu a partir do interior da Galeria do Centro de Memória de Vila do Conde.


















Local Vila do Conde, Portugal Materiais Camélias naturais, lã tingida, balões em borracha de látex natural (biodegradável) Criação e Direção Artística Madalena Martins, ©Fevereiro 2020 Coordenação da Produção Carina Constantino Promotor Câmara Municipal de Vila do Conde
